Juanfran Pérez Llorca, presidente da Generalitat e líder do PPCV, animou nesta sexta-feira em El Puig mais de 1.500 militantes a fazerem o sprint final antes das eleições, afirmando que não há alternativa ao Partido Popular e que uma ministra de Sánchez não pode ser opção.

As 3 chaves
  • O défice da Comunidade Valenciana situa-se em 1.694 milhões, 1,02% do PIB, segundo dados do primeiro semestre.
  • O PPCV mobiliza mais de 1.500 militantes em uma reunião em El Puig para impulsionar o sprint final eleitoral.
  • Pérez Llorca anuncia um investimento de 500 milhões de euros para 750 leitos no novo hospital de Castelló.

Qual é o contexto econômico que impulsiona o sprint do PPCV?

O défice da Comunidade Valenciana, que ascende a 1.694 milhões e representa 1,02% do PIB, gera uma pressão fiscal que o presidente quer contrarrestar com políticas de redução de impostos e fomento do emprego.

Esta situação econômica é reforçada pela queda do Ibex 35, que caiu 1,06% para 19.838 pontos, e pela seleção do IIS La Fe para liderar o primeiro projeto MSCA & Citizens coordenado por um hospital, segundo a Comissão Europeia.

Quais são as propostas concretas do PPCV para a saúde e a educação?

Pérez Llorca destacou que o governo autônomo está aproximando a construção de um hospital em Castelló com um investimento de 500 milhões de euros para 750 leitos, uma medida que, segundo ele, reduzirá as listas de espera e melhorará a qualidade da assistência.

Além disso, lembrou que o Partido Popular aumentou os investimentos em saúde e educação em 100%, e prometeu continuar impulsionando mais empresas e autônomos para dinamizar a economia valenciana.

Por que Pérez Llorca descarta qualquer alternativa ao Partido Popular?

Em sua intervenção, o presidente criticou a ministra da Ciência e Universidades, Diana Morant, afirmando que "não pode ser alternativa uma ministra de Sánchez" e que a presença de figuras como Pilar Bernabé, o Ábalos, ou Arcadi España faz com que a Comunidade seja cada vez mais sanchista.

Segundo ele, quando o governo central marginaliza a Comunidade, aumenta o número de valencianos que se tornam sanchistas, razão pela qual o PPCV deve demonstrar que é o único partido capaz de defender a liberdade e a igualdade dos valencianos.

Qual é a resposta do PPCV às críticas da ministra Diana Morant?

Pérez Llorca respondeu às declarações de Morant, que havia reprovado sua ausência no ato de abertura na Universidade de Valência, lembrando que ele estava ao lado do hospital de Castelló trabalhando pelos valencianos, enquanto ela, segundo ele, se beneficia de dinheiro público sem oferecer soluções.

Também elogiou a presença da esportista e porta-voz do partido, Ester Muñoz, que denunciou as irregularidades do governo de Pedro Sánchez e defendeu a necessidade de manter o compromisso do PPCV com a cidadania.

Quais são os próximos passos do PPCV antes das eleições?

O partido planeja uma campanha intensiva em Valência e em toda a Comunidade, centrada na redução de impostos, geração de emprego e ampliação dos investimentos em saúde e educação. O objetivo é consolidar o apoio dos valencianos e demonstrar que o PPCV continua sendo o primeiro partido da região.

Com o sprint final, o presidente pretende reforçar a confiança dos eleitores e apresentar uma alternativa clara ao governo central, destacando as políticas de crescimento econômico e bem-estar social que, segundo ele, o Partido Popular alcançou nos últimos anos.